Inovação Tecnológica

A inovação tecnológica é um termo aplicável a ideias e invenções de processos e de produtos, assim como a exploração econômica relacionada (que chega no mercado); ou seja toda novidade implantada pelo o setor produtivo, por meio de pesquisa ou investimentos, o que aumenta a eficiência do processo produtivo ou que implica um novo, ou aprimorado produto, segundo a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
A pesquisa e desenvolvimento podem e devem ser usados para o setor produtivo desenvolver melhores produtos, (a) de acordo com preferências dos clientes; (b) para as empresas de serviços melhorarem os processos; (c) e para, de uma forma geral, haver melhorias nos processos internos e organizacionais da empresa, que permitam reduções de custos e criação de valor.
Aliado a este conceito, está, também, todo o conhecimento tácito existente na empresa, nos colaboradores, no conhecimento explícito nas suas patentes e marcas, que são motores das vantagens competitivas que se possam criar.
A primeira regra da competitividade para o setor produtivo internacional é a inovação. A inovação está carregada de incerteza, o futuro é imprevisível, uma fraca orientação ou organização pode levar todos os esforços ao fracasso, principalmente quando a inovação se foca nos processos tecnológicos e na engenharia de ponta. Mas é nesse campo que a inovação tem os seus maiores trunfos, que permite uma melhor resposta aos consumidores e que acrescenta um maior valor à empresa, e por conseguinte à economia, como o caso das novas tecnologias de informação e comunicação.

Para inovar e aumentar a sua competitividade, a empresa deve investir no uso de vantagens do que mais recente existe a nível tecnológico no mercado nos diversos setores de atividade, isto é, a empresa não deve apenas investir no desenvolvimento de novos produtos, mas também melhorar os processos e produtos existentes; a empresa tem assim melhores hipóteses de se impor num mercado em evolução.

A inovação, cada vez mais, resulta em uma abordagem sistemática e programada nas empresas, que aproveitam não só as sinergias internas como também as parcerias com instituições produtoras de conhecimento científico e tecnológico, permitindo a inserção de novos saberes no contexto empresarial que conduzam a novos produtos ou serviços.

A temática da formação de recursos humanos com pós-graduação para atuar no processo de inovação, o estabelecimento de parcerias entre os setores acadêmicos e não acadêmicos passou a integrar a pauta dos debates dos diferentes países e encontra-se presente também no Brasil.

Dessa forma, o Programa em Ciências Naturais vem sendo cada vez mais confrontado a estabelecer relações mais dinâmicas com o processo de inovação, com o mundo das empresas, a formar recursos humanos multidisciplinar aptos a atuar na fronteira do conhecimento, capazes de atender às necessidades dos diferentes segmentos econômicos e, ao mesmo tempo, manter a qualidade científica e acadêmica.

O Programa apresenta soluções para a inovação tecnológica a partir da geração de conhecimentos científico-tecnológicos produzidos a partir das pesquisas realizadas pelos docentes e alunos de mestrado e doutorado.

De modo geral, os egressos do Programa são profissionais mais qualificados e preparados e que podem fazer a diferença no processo de inovação, principalmente nas assim chamadas economias emergentes. Esses profissionais possuem grande potencial em termos de qualificação acadêmica como agentes dotados de habilidades específicas para atuar de forma inovativa no setor produtor de bens e serviços.